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quinta-feira, 23 de junho de 2011
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Eu quero ser pra você a alegria de uma chegada, clarão trazendo o dia, iluminando a sacada. Eu quero ser pra você a confiança, o que te faz, te faz sonhar todo dia, sabendo que pode mais. Eu quero ser ao teu lado, encontro inesperado, o arrepio de um beijo bom, eu quero ser sua paz a melodia capaz de fazer você dançar. Eu quero ser pra você a lua iluminando o sol, quero acordar todo dia pra te fazer todo o meu amor. Eu quero ser pra você braços abertos a te envolver e a cada novo sorriso teu serei feliz por amar você.
[Paula Fernandes]
[Paula Fernandes]
Tenho uma mania que eu não quero abandonar jamais que é observar as pessoas nos seus momentos de alegria “piração”, aquele momento que não pensa pra fazer e falar. É quando começam a disparar fofocas e intrigas se enchem de pseu-felicidade para criticar os outros, acham prazer em falar mal e é em migalhas de felicidade alheia que se alimentam. Parafraseio um desconhecido que dizia: ”A inveja é um sentimento que não consegue se esconder” Sempre há comentários e falatórios em volta de onde “mora” os pobres de espíritos. Acredito que isso é coisa de pessoas solitárias, desiludidas e principalmente desocupadas por que para tomar seu tempo exclusivamente pra criticar o outro é muita inutilidade costumo dizer que é melhor deixar pra fazer isso (se for fazer isso) quando tiver uns 80 anos, quando não puder mais andar quando a vida alheia for mais interessante que a sua. Enquanto isso não há a mínima necessidade (por mais que seja prazeroso pra quem faz) de se tomar da “falsa alegria” a vida e curta e o tempo passa muito rápido para cultivar tanto sentimentos humilhantes, isso mesmo, humilhante uma vez que quem é alvo de intrigas não sente mais do que pena de quem tem a imaginação fértil para tal “alegria”. Keilla Persi.
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